De Schütz a Orff: a Alemanha é a terra dos compositores

Quando o escritor Thomas Mann escreveu um romance sobre a alma alemã, entre 1943 e 1947, ele criou um personagem central – um compositor, pois a Alemanha é tida como um centro da arte da composição desde a época do barroco. Os "três grandes Bs" – Bach, Beethoven, Brahms – são apenas a ponta do iceberg.

Sua obra mais famosa é "Der Freischütz" (O Franco-Atirador), que criou a base da sonoridade e tonalidade da ópera romântica alemã. A estreia, em 1821, no teatro do Gendarmenmarkt, em Berlim, foi regida pelo próprio compositor Carl Maria von Weber (1786-1826).

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Os seus contemporâneos o consideravam um “gênio original”: Carl Philipp Emanuel Bach (1714-1788), o segundo filho de Johann Sebastian Bach, era conhecido pelo epíteto de “Bach de Hamburgo”. Em vida foi mais famoso que o pai e é considerado o compositor mais importante da época do Sentimentalismo, na qual se completou a transição estilística entre o Barroco e o Classicismo.

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Na década de 1920, Paul Hindemith (1895-1963) era símbolo do progresso musical na Alemanha. Ele explorava o potencial da rádio, da música eletrônica e do jazz, fazendo enorme sucesso nos festivais de música em Donaueschingen.

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É impossível não gostar dele: Wolfgang Amadé Mozart (1756-1791), o compositor da "Flauta Mágica" e da "Kleine Nachtmusik" (Pequena Serenata Noturna, ou Serenata em Sol Maior, K 525). Mozart levou a música clássica em Viena ao ápice e foi autor de algumas das melodias mais charmosas na história da música.

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Ele é considerado o titã zangado da era clássica da música: Ludwig van Beethoven (1770-1827). O maior filho de Bonn não escreveu apenas a dramática Quinta Sinfonia, mas também a comovente peça para piano "Für Elise" ("Para Elisa"). Sua melodia "An die Freude" tornou-se o hino da Europa em 1972.

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Muitos consideram Johann Sebastian Bach (1685-1750) o maior compositor de todos os tempos. Seja a Paixão Segundo São Mateus, os Concertos de Brandenburgo ou O Cravo Bem Temperado: as obras de Bach servem de inspiração para músicos e compositores até hoje.

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Nascido menos de 40 anos após a morte de Martinho Lutero, Heinrich Schütz (1585-1672) enriqueceu a música eclesiástica protestante de língua alemã com qualidade artística. Há cerca de 500 obras deixadas por ele – quase todas composições segundo a Bíblia de Lutero.

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