• Carl Maria von Weber
  • Bach-Archiv Leipzig
    Johann Sebastian Bach ©Bach-Archiv Leipzig (Clemens Buchwald)
  • Kurt Weill Gesellschaft e.V.
    Kurt Weill ©Kurt Weill Gesellschaft e.V. (Kai Bienert)
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    Wolfgang Amadeus Mozart ©Regio Augsburg Tourismus GmbH
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    Paul Hindemith ©Fondation Hindemith (Mara Monetti 2011)
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    Wilhelm Richard Wagner ©Richard Wagner Museum Bayreuth
  • Richard-Strauss-Institut, Garmisch-Partenkirchen
    Richard Georg Strauss ©Richard-Strauss-Institut, Garmisch-Partenkirchen
  • Johannes-Brahms-Gesellschaft Hamburg Internationle Vereinigung e.V.
    Johannes Brahms ©Johannes-Brahms-Gesellschaft Hamburg Internationle Vereinigung e.V.
  • Mendelssohn-Haus Leipzig
    Felix Mendelssohn Bartholdy ©Mendelssohn-Haus Leipzig

De Schütz a Orff: a Alemanha é a terra dos compositores

Quando o escritor Thomas Mann escreveu um romance sobre a alma alemã, entre 1943 e 1947, ele criou um personagem central – um compositor, pois a Alemanha é tida como um centro da arte da composição desde a época do barroco. Os "três grandes Bs" – Bach, Beethoven, Brahms – são apenas a ponta do iceberg.

Between 1943 and 1947 the author Thomas Mann wrote a novel about the German psyche. The profession of his main character? A composer. Germany has been a focal point of music composition since the baroque period. The three Bs – Bach, Beethoven, Brahms – are just the tip of the iceberg.

Sua obra mais famosa é "Der Freischütz" (O Franco-Atirador), que criou a base da sonoridade e tonalidade da ópera romântica alemã. A estreia, em 1821, no teatro do Gendarmenmarkt, em Berlim, foi regida pelo próprio compositor Carl Maria von Weber (1786-1826).

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Na década de 1920, Paul Hindemith (1895-1963) era símbolo do progresso musical na Alemanha. Ele explorava o potencial da rádio, da música eletrônica e do jazz, fazendo enorme sucesso nos festivais de música em Donaueschingen.

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É impossível não gostar dele: Wolfgang Amadé Mozart (1756-1791), o compositor da "Flauta Mágica" e da "Kleine Nachtmusik" (Pequena Serenata Noturna, ou Serenata em Sol Maior, K 525). Mozart levou a música clássica em Viena ao ápice e foi autor de algumas das melodias mais charmosas na história da música.

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Ele é considerado o titã zangado da era clássica da música: Ludwig van Beethoven (1770-1827). O maior filho de Bonn não escreveu apenas a dramática Quinta Sinfonia, mas também a comovente peça para piano "Für Elise" ("Para Elisa"). Sua melodia "An die Freude" tornou-se o hino da Europa em 1972.

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Muitos consideram Johann Sebastian Bach (1685-1750) o maior compositor de todos os tempos. Seja a Paixão Segundo São Mateus, os Concertos de Brandenburgo ou O Cravo Bem Temperado: as obras de Bach servem de inspiração para músicos e compositores até hoje.

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Nascido menos de 40 anos após a morte de Martinho Lutero, Heinrich Schütz (1585-1672) enriqueceu a música eclesiástica protestante de língua alemã com qualidade artística. Há cerca de 500 obras deixadas por ele – quase todas composições segundo a Bíblia de Lutero.

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Ele era considerado perfeccionista e extremamente autocrítico. Johannes Brahms (1833-1897), solteiro a vida inteira, queria compor música que tivesse sempre valor e desprezava as tendências atuais. Ele nunca escreveu nada tão popular como uma ópera.

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