Este é o sabor da Alemanha.

Todos sabem que a cerveja e as salsichas não podem faltar nas festas e feiras – mas essa é apenas uma pequena parte do mundo de delícias que a Alemanha tem para oferecer. Faça uma viagem de descobrimentos culinários pela Alemanha. Você ficará surpreso com a variedade de sabores e de novas experiências esperando por você.

No ano de 1804, era inaugurada, em Halle , uma pequena confeitaria e panificadora – a semente da qual nasceu a Halloren Fabrik, a mais antiga fábrica de chocolate da Alemanha ativa até hoje. Seu bombom mais famoso, porém, é relativamente jovem: os Halloren-Kugeln são fabricados desde 1952. Com seu formato redondo, eles lembram os botões de prata dos casacos dos salineiros que eram chamados de Halloren. Mas a história de que os bombons devem ser comidos com sal por causa disso é apenas uma lenda. Os visitantes ficam sabendo de mais detalhes sobre a produção de chocolate no Museu do Chocolate da empresa.

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“Mutti, sonn Aal mussu ham!” Você não precisa entender o que o Aal-Dieter, o vendedor de enguias, grita, mas o público presente ri muito. Milhares de sanduíches de peixe e os rolinhos de arenque, ou “Rollmöpse”, são vendidos nesse mercado. E há também frutas, legumes e plantas por preços de atacado. Você encontra até coelhos vivos e artigos de brechó. Todos os domingos, das 6 às 9h30, a feira do peixe, o Fischmarkt, acontece em Hamburg , às margens do Elba, para quem acorda cedo, ou ainda está voltando da noite. O Fischmarkt talvez não seja a mais antiga feira do gênero no mundo, mas é, com certeza, a mais animada.

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Este queijo feito de leite vaca coalhado tem uma longa tradição em Hessen e é muito popular, principalmente no sul dessa região. Seu nome deve-se ao seu método original de produção, pois no início do século XIX ele era amassado e colocado na forma com as mãos. Handkäse é servido tradicionalmente com “música”, um molho de cebola picada, vinagre, óleo, cominho, pimenta e sal. Para acompanhar, pão preto e manteiga.

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O Jägermeister é um licor de ervas produzido e engarrafado em Wolfenbüttel, na Baixa Saxônia. É ali que se encontra a sede da empresa. A receita para o licor existe desde 1934. O Jägermeister é exportado desde o início dos anos de 1970 – e atualmente encontrado em mais de 80 países do mundo. A base do licor, uma mistura de 56 ervas, é produzida exclusivamente na matriz, em Wolfenbüttel, que pode ser visitada em excursões guiadas.

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Um prato que já faz parte da cultura de várias gerações na Turíngia, o Kartoffelkloss ficou famoso pelo formato e o sabor inconfundíveis. Preparado com batatas cruas raladas, depois cozidas e amassadas e recheado com pedaços de pão torrados na manteiga, o verdadeiro Kloss da Turíngia é inconfundível. No centro Thüringer Klosswelt, recentemente inaugurado em Heichelheim, há uma exposição interessante sobre a história do Kloss e da batata e, é claro, uma enorme quantidade de Klösse: seja na venda direta da fábrica, na lanchonete de Kloss e naquele que é provavelmente o maior Kloss do mundo, que pode ser visitado por dentro.

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Labskaus é um prato típico do norte da Alemanha e hoje é considerado uma verdadeira iguaria. Antigamente, os marinheiros não tinham possibilidade de manter os alimentos frescos por muito tempo nos navios. Mas o purê de carne de boi salgada, beterrabas em conserva, cebolas e batatas podia ser longamente conservado. Há diversas lendas e histórias que giram em torno desse prato. O maior encontro para comer Labskaus no mundo acontece todos os anos na cidade de Wilhelmshaven, no Mar do Norte.

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Lübeck, a cidade onde surgiu o famoso Lübecker Marzipan, o marzipã de Lübeck, é a prova de que os habitantes de Schleswig-Holstein também têm uma queda pelo lado doce da vida. Antigamente, o marzipã era um privilégio dos ricos e poderosos, e hoje continua a ser produzido em trabalho manual. No Salão do Marzipã da fábrica Niederegger Marzipan, em Lübeck , os visitantes ficam conhecendo tudo sobre a longa viagem que essa especialidade de amêndoas fez ao longo de centenas de anos, desde sua origem no Oriente até a cidade hanseática. Pois, embora os habitantes de Lübeck não tenham inventado o marzipã, eles certamente souberam levá-lo à perfeição.

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Muitas lendas explicam como surgiram os Maultaschen suábios. Uma delas conta que os monges cistercienses do Mosteiro de Maulbronn (por isso o nome Maultaschen) não queriam abrir mão de comer carne durante a época do jejum. Resolveram, então, esconder a comida proibida dos olhos do Senhor, envolvendo-a com massa. É por isso também que o Maultasche tem um apelido popular no dialeto local: “Herrgottsb’scheisserle”, algo como o “impostor do Senhor”.

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