Este é o sabor da Alemanha.

Todos sabem que a cerveja e as salsichas não podem faltar nas festas e feiras – mas essa é apenas uma pequena parte do mundo de delícias que a Alemanha tem para oferecer. Faça uma viagem de descobrimentos culinários pela Alemanha. Você ficará surpreso com a variedade de sabores e de novas experiências esperando por você.

O molho verde (Grüne Sosse) de Frankfurt leva tradicionalmente sete ervas e é servido geralmente com batatas e ovos cozidos. A tradição é servir o prato pela primeira vez na Quinta-Feira Santa – um dia antes da Sexta-Feira da Paixão. A estação dura até a primeira geada no outono. Em Frankfurt existe até um monumento ao prato e uma vez por ano, em maio, é realizado o Festival do Molho Verde, que premia o melhor molho.

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O ponto alto do Natal na região de Erzgebirge é a tradicional ceia “Neunerlei” na noite de Natal. O prato é composto de nove especialidades. Elas simbolizam lembranças, desejos e demonstram o que foi alcançado até ali. Isso inclui, por exemplo, lentilhas ou ervilhas, salsicha grelhada com chucrute, arenque ou petiscos de peixe com salada de maçã, salada de batatas com salsichas, uma massa de grãos chamada de “Grütze”, mingau ou sopa de frutos da rosa mosqueta, carne de porco assada com Klössen, leite misturado com pão, frutas e nozes, chamado de “Semmelmilch”, pão, sal e ameixas assadas.

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Mercado histórico com conceito inovador entre bares descolados: o mercado centenário Markthalle Neun, em Berlim -Kreuzberg, tem uma proposta diferente de alimentação e compras. Às sextas e sábados é dia de feira. Todas as quintas-feiras, é realizado o “Streetfood Thursday”, que atrai o público para saborear comida de qualidade, pelos princípios do movimento “slow food”, assim como o “Berliner Naschmarkt”, com produtos regionais e da estação.

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Há mais de 120 anos a empresa Bahlsen, em Hannover , vem produzindo os famosos biscoitos amanteigados Leibniz Butterkeks. O biscoito recebeu seu nome em homenagem ao filósofo e cientista alemão Gottfried Wilhelm Leibniz. Pela sua forma diferente, o biscoito foi até premiado com a medalha de ouro da Exposição Mundial de Chicago. Ele é tão popular que até sua estátua em versão dourada, conhecida como “Krümelmonster” (o monstro das migalhas), foi roubada da sede da Bahlsen, em 2013, por pouco tempo.

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Assim como o pão, o “Brezel”, que ficou mais conhecido internacionalmente como pretzel, é sinônimo da panificação alemã. Várias lendas giram em torno da história de sua criação. Uma delas diz que o pretzel suábio foi criado há mais de 500 anos em Bad Urach, uma cidadezinha aos pés da serra de Schwäbische Alb. Na corte desta cidade, o padeiro havia caído em desgraça e aguardava sua execução. O duque prometeu dar a ele uma última chance, caso ele conseguisse fazer um pão através do qual os raios de sol pudessem ser vistos três vezes. O padeiro salvou sua pele com um pretzel. Você fica sabendo disso e muito mais durante uma visita ao museu do pão, o Museum der Brotkultur, em Ulm.

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A antiga bebida nacional dos frísios, “Pharisäer”, é hoje muito popular em todo o estado de Schleswig-Holstein: o café quente com um pouco de rum, açúcar e uma porção de creme por cima é perfeito principalmente para os dias frios. A bebida teve origem na ilha de Nordstrand, no Mar do Norte, no século XIX. Outra bebida que é, no mínimo, tão popular quanto essa, é o Helgoländer Eiergrog, uma bebida quente feita com ovos, açúcar, rum e água. Há quem diga que essa bebida derruba até os marinheiros mais fortes. Outros simplesmente a acham deliciosa. Então, saúde!

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Com um litoral de quase 2.000 km e mais de 2.000 lagos de água doce, peixe é o prato principal nos cardápios dos restaurantes em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental . Mesmo vindo diretamente dos barcos dos pescadores, defumado, servido em pãezinhos ou pescado por você mesmo – o peixe, seja do mar ou de água doce, é sempre saudável. As formas de preparo são variadas: frito, defumado, em conserva ou empanado. A propósito, na época da Liga Hanseática, o arenque, ou “Hering”, era um dos produtos mais importantes no comércio e ainda hoje as “Heringswochen”, ou “semanas do arenque”, são celebradas em todo o estado, com muito arenque servido de todas as formas.

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Desde 1558, os Pfefferkuchen de Pulsnitz, uma espécie de pão-de-mel, são fabricados em oito fábricas artesanais especializadas e uma fábrica de Lebkuchen na cidadezinha de Pulsnitz, em Oberlausitz. Sempre no primeiro fim de semana de novembro, as pessoas fazem fila na feira anual do Pfefferkuchen para comprar as especialidades. No centro de visitantes do museu, com demonstração da produção ao vivo, é possível conhecer as tradições dos confeiteiros e até fazer os seus próprios Pfefferkuchen – não só no Natal, mas nos 365 dias do ano.

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