Este é o sabor da Alemanha.

Todos sabem que a cerveja e as salsichas não podem faltar nas festas e feiras – mas essa é apenas uma pequena parte do mundo de delícias que a Alemanha tem para oferecer. Faça uma viagem de descobrimentos culinários pela Alemanha. Você ficará surpreso com a variedade de sabores e de novas experiências esperando por você.

Berlim tem vários costumes típicos do seu dia-a-dia, mas um é muito especial: o döner da esquina. Provavelmente o melhor döner vegetariano da cidade é o do Mustafas Gemüsekebap. Quem não gosta de döner tem a opção do Curry 36, que fica tão perto que, às vezes, as filas de clientes dos dois locais se misturam.

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A torta Floresta Negra é a mais doce tentação da região de mesmo nome. Não importa se ela foi criada já em 1915, em Radolfzell, ou nos anos 30, em um café, em Tübingen: o fato é que essa torta de cerejas partiu de Baden-Württemberg para ganhar o mundo. Além do mais, o ingrediente mais importante é a “Schwarzwälder Kirchwasser” a aguardente de cerejas da Floresta Negra que lhe dá o sabor inconfundível - e, é claro, as cerejas. A quantidade de frutas que a torta leva fica a cargo de cada confeiteiro.

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Durante séculos, a enguia era o peixe do ganha-pão dos pescadores de água doce da Baixa Saxônia. No Weser, no Elba, Steinhuder Meer ou Zwischenahner Meer, a enguia garantia a subsistência dos pescadores. Eles viviam não só da venda da sua pesca, mas também preparavam as enguias, principalmente defumando-as, o que tornou as enguias uma especialidade famosa também em outras regiões. Várias receitas e costumes regionais surgiram a partir desse peixe nutritivo e rico em gordura.

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A “Ahle Wurscht” (forma dialetal de “Alte Wurst”, ou salsicha velha) é uma salsicha crua de carne de porco que passa por um longo processo de amadurecimento, um produto tradicional da região norte de Hessen. A secagem lenta da carne, que dura de três a doze meses, torna a salsicha muito especial. No museu “Ahle Wurscht-Museum” do açougue Landfleischerei Koch, em Kassel-Calden, os visitantes podem conhecer os aparelhos usados na fabricação da salsicha.

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No Ratskeller, em Bremen , os melhores vinhos são servidos desde 1409. Com 650 tipos diferentes e de nomes conhecidos, a adega do local abriga a maior coleção de vinhos alemães. Nomes famosos já desfrutaram de vinhos sob as abóbadas da adega, entre colunas e grandes barris, e até Heinrich Heine buscou aqui inspiração para um poema.

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A oferta extremamente variada de vinhos na Alemanha é resultado de um total de 13 regiões de cultivo. Uma região que se destaca pela sua paisagem é o patrimônio mundial da UNESCO no vale do Médio Reno, com os rochedos da Loreley, e a maior região vinícola é o Rheinhessen. Ambas estão localizadas na Renânia-Palatinado, que abrange seis regiões vinícolas, sendo, portanto, o principal território de vinhos na Alemanha. É ali também que é eleita e coroada a Rainha do Vinho Alemão, todos os anos, durante a vindima. Desde 1950, as jovens representam durante um ano o vinho alemão no mundo inteiro – mas nenhuma delas até agora se chama Loreley.

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Feita de carne de vitela e de porco, temperada com cebola e salsa fresca, a salsicha Weisswurst é, sem dúvida, uma das especialidades mais famosas da Baviera. Tradicionalmente, a salsicha é aquecida em água quente, mas não fervendo, e saboreada pela manhã, de preferência com mostarda doce, o pãozinho pretzel e uma cerveja bávara – e, é claro, em uma das muitas cervejarias ao ar livre da Baviera. A propósito, os verdadeiros especialistas comem a salsicha sem tirar a pele, chupando a carne por uma das pontas, o que chamam de “zuzeln”. Só os iniciantes e aqueles que são de fora comem essa delícia com garfo e faca.

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